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FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

    No decorrer da existência humana é que acontece o aprendizado, onde através das tarefas comuns de cada grupo social, pela observação do comportamento dos mais velhos, pela convivência entre membros da comunidade que toda criança adquire conhecimentos e como aprendiz acaba se tornando beneficiado por toda forma de conhecimentos. Todas as pessoas, todos os grupos, toda sociedade participam desta forma de aprendizagem que se chama: Educação.
    A educação visa a transmitir ao indivíduo o patrimônio cultural para integrá-lo a sociedade e nos grupos em que vive. A criança se torna socializada desde pequena, porque aprende as regras de comportamento do grupo em que nasceu e convive.
    A educação é um processo dialético que constantemente cria uma nova realidade. Mas apesar de dialética, a educação não deixa de ser conservadora, pois o homem teme o desconhecido e tende a conservar fórmulas que deram certo em certos momentos históricos, além do que, alguns grupos de pessoas detiveram o poder e criaram toda uma explicação da realidade para manter em suas mãos este mesmo poder. E, todo o processo educacional acaba sendo governado por alguns que crêem deter a verdade.
    Muitas críticas são feitas à escola tradicional, considerada mera transmissora de conteúdos estáticos, de produtos educacionais ou instrucionais prontos desconectados de suas finalidades sociais. Se isto é verdade, deve-se lembrar que a escola, em cada momento histórico, constitui uma expressão e uma resposta à sociedade na qual está inserida.
É verdade que a escola, hoje, não está acompanhando as mudanças da sociedade atual e por isso deve ser questionada, criticada e modificada para enfrentar os novos desafios.
    O fazer pedagógico é uma forma que permite compreender os conhecimentos em suas múltiplas faces dentro do todo social. Cada conteúdo deve ser percebido não de forma linear, mas em suas contradições, em suas ligações com outros conteúdos da mesma disciplina ou de outras disciplinas. Assim, cada parte, cada fragmento do conhecimento só adquire seu sentido pleno à medida que se insere no todo maior de forma adequada.
    Evidentemente, essa nova forma pedagógica de agir exige que se privilegiem as contradições, a dúvida, o questionamento; que se valorizem a diversidade e a divergência; que se interroguem as certezas e as incertezas, despojando os conteúdos de sua forma naturalizada, pronta, imutável. Se cada conteúdo deve ser analisado, compreendido e apreendido dentro de uma totalidade dinâmica, faz-se necessário instituir uma nova forma de trabalho pedagógico que dê conta deste novo desafio para a escola. Considerando ainda que o conhecimento é elaborado e criado a partir da relação pensamento e prática ligado ao processo de conscientização.
    A leitura crítica dessa realidade torna possível ,apontar um novo pensar e agir pedagógicos. Deste enfoque, defende-se o caminhar da realidade social, como um todo, para a especificidade teórica da sala de aula e desta para a totalidade social novamente, tornando possível um rico processo dialético de trabalho pedagógico. Desta forma, a verdadeira Educação consiste na problematização, sendo que o diálogo é a essência da relação professor – aluno.
    O planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos da sua organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino, é um meio para se programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação.






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